sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Sete boas razões para se render ao pilates

É uma das modalidades mais calmas, mas mais eficazes. Fique a conhecer os benefícios do pilates.
Calma e força. Estas são as duas palavras que melhor descrevem o pilates, uma modalidade milenar que promete trazer a união entre o corpo e a mente, deixando ambos fortes e sãos.
Escolhido por um vasto leque de supermodelos – como Sara Sampaio – o pilates assume-se como o exercício que mais impulsiona um corpo tonificado e esguio, ajudando a queimar aquelas gorduras localizadas que tanto chateiam e que teimam em sair por muitos exercícios cardiovasculares que se façam.
Mas, porque é que o pilates é uma boa escolha? Por muitos motivos, mas em particular por sete. Um deles é o facto de ajudar a aliviar o stress, como explicou à Marie Claire o instrutor Luke Meessmann.
Conseguir braços mais fortes e mais tonificados são um outro motivo para se apostar no pilates, que permite ainda executar um treino rigoroso e complexo quase sem suar ou gastar todas as energias.
Quem passa muitas horas sentado sabe que as costas são uma das partes do corpo que mais sofrem e o pilates pode ajudar não só a alivia a dor, como a melhorar a postura, ajudando a prevenir lesões comuns ao sedentarismo e à má posição durante o dia de trabalho.
Para todos aqueles que acreditam que as grávidas não devem fazer exercício, o pilates veio provar o contrário ao assumir-se como a modalidade de eleição, pois não só ajuda a manter o peso adequado, como dá mais força e ajuda as mulheres a sentirem-se mais confiantes e preparadas.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

7 razões para incluir a amêndoa na alimentação hoje mesmo

Controle de colesterol, prevenção ao câncer e bom funcionamento intestinal são algumas das vantagens de consumi-las regularmente
As amêndoas caíram no gosto popular do brasileiro, que começou a usar a oleaginosa como lanche da tarde, leite vegetal, óleo corporal, complemento da salada ou como farinha para bolos - e existem cada vez mais motivos para adicionar este alimento no cardápio!
Este fruto seco, do grupo das oleaginosas, possui muitas propriedades nutritivas, conforme revela a nutricionista Nina Hermann. As amêndoas são ricas em fibras, proteínas e vitamina E. O óleo de amêndoas é um dos cosméticos mais difundidos no mundo da beleza e suas propriedades são largamente conhecidas para a pele.
A especialista lista ainda 7 boas razões para começar a incluir esta oleaginosa hoje mesmo no cardápio, de acordo com o site Dicas de Mulher.
1. Controle de colesterol: Como é uma excelente fonte de vitamina E, a amêndoa ajuda a controlar o colesterol ruim (LDL) e a aumentar o colesterol bom (HDL).
2. Aliada da beleza: A vitamina E, novamente, é a responsável pelas propriedades benéficas para a pele, os cabelos e as unhas, propriedades antioxidantes, que combatem os radicais livres e ajudam a evitar o envelhecimento precoce.
3. Prevenção de câncer: As propriedades antioxidantes da amêndoa atuam na prevenção do câncer
4. Bom funcionamento do intestino e controle da glicemia: as fibras da amêndoa atuam no funcionamento intestinal e no controle da glicemia
5. Evita a retenção de líquidos: o magnésio e o potássio atuam como diurético, diz a especialista.
6. Previne osteoporose: como é uma excelnte fonte de cálcio, a amêndoa ajuda a prevenir a osteoporose
7. Aliada do coração: os flavonóides presentes na casca da amêndoa diminuem o risco das doenças cardiovasculares. "As amêndoas ainda ajudam a reduzir a presença e o impacto de proteínas C-reativa, que causam inflamações nas artérias”, diz a nutricionista.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Fisioterapia ajuda a respirar melhor


A fisioterapia respiratória ganha cada vez mais visibilidade no tratamento e prevenção de enfermidades ligadas às vias aéreas. Com a adoção de técnicas que incluem higiene, estímulo à expectoração, ampliação da capacidade respiratória e fortalecimento da musculatura torácica, é possível mitigar as principais reações provocadas por essas doenças. “Pessoas que têm alteração no sistema respiratório precisam readequá-lo. Com técnicas de fisioterapia que incluem exercícios, é possível reaprender a respirar, usando maiores volume e capacidade pulmonares”, explica Silano Souto Mendes Barros, fisioterapeuta com especialização em fisioterapia em terapia intensiva.

Ao ampliar a capacidade respiratória, a oxigenação dos tecidos é favorecida e o resultado é a melhoria da qualidade de vida. “Do contrário, as pessoas ficam cansadas mais rápido, reduzem as atividades físicas e podem comprometer inclusive a vida sexual e rendimento no trabalho”, observa Silano. Por isso a importância de priorizar uma respiração correta e que amplie a capacidade pulmonar. Segundo Jocimar Martins, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespitarória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), a especialidade tem papel fundamental na melhoria do condicionamento muscular. “E com isso, são maiores os benefícios fisiológicos e capacidade de praticar exercícios”, acrescenta.

Preparo para crises


Os resultados vão além. Há ainda técnicas que preparam o corpo para reagir da melhor forma possível a uma futura crise. “Com a fisioterapia, é realizado o fortalecimento da musculatura respiratória, que ganha resistência. Com isso o condicionamento físico melhora e o controle da respiração também. Esse processo permite prevenir as crises”, observa a professora de fisioterapia da Faculdade Estácio de Sá Juliana Fonseca.

Com o avanço das sessões e melhoria do quadro do paciente, fatalmente o uso de medicamentos será reduzido. “Esste é um grande aliado do tratamento medicamentoso. Uma pessoa com asma, por exemplo, pode reduzir a quantidade de remédio e ficar apenas com a bombinha no caso de ter uma crise”, afirma a especialista. A professora Ana Lúcia Faria de Souza é prova dos resultados do tratamento. “Antes de fazer a fisioterapia, eu ia direto para o hospital e entrava no antibiótico. Hoje não tomo mais”, conta.

Vítima de uma sinusite crônica, ela nunca imaginou que existisse tratamento fisioterapêutico para seu caso. “Foi o médico que indicou. Hoje não fico mais sem principalmente porque antes não dormia, por conta da apneia. Agora durmo muito bem”, garante. Durante as sessões, Ana Lúcia passa por uma série de etapas, entre elas a de fortalecimento dos músculos respiratórios. “Existe uma forma de abdominal que auxilia nesse processo e com isso me sinto muito melhor. Além disso, faço exercícios para manter a respiração mais leve”, explica. As sessões incluem ainda um procedimento fundamental, a limpeza das vias aéreas superiores, ou seja, o nariz. “Com o uso de soro fisiológico limpa-se tudo e respiro muito melhor”, explica a professora.

Secreção deve ser expelida


Quem sofre de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) – conjunto de doenças que inclui bronquite e enfisema, por exemplo – deve aprender a viver com a constante hipersecreção. A tosse e o transporte mucociliar são importantes mecanismos de expulsão dessa secreção, mas ficam comprometidos em pessoas que apresentam as doenças respiratórias.

Esse é um fator que requer bastante atenção. Segundo Jocimar Martins, da Assobrafir, o acúmulo de secreção brônquica, principalmente em regiões periféricas, torna-se um meio propício para colonização de bactérias, infecções e até hospitalização. “Porém, esse ciclo pode ser alterado por meio de diferentes intervenções. Várias técnicas de fisioterapia respiratória têm sido desenvolvidas para aumentar a remoção da secreção em pacientes em que a retenção ocorre nos brônquios”, observa.
Entre elas, a técnica Eltgol, que alcança regiões do pulmão onde a tosse não consegue chegar e, dessa forma, não é eficaz no processo de expulsão. “Essas secreções retidas podem provocar pneumonia e piorar o quadro do paciente”, alerta Jocimar, que liderou um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e premiado no Congresso da European Respiratory Society, na Alemanha, em 2006, mostrando os efeitos da técnica Etgol.
Outra importante alternativa para reduzir o processo de produção da secreção é manter a umidade do nariz. “Quando o tempo está muito seco, as vias aéreas superiores têm um desgaste muito grande para umidificar e aquecer o ar para chegar de forma adequada ao pulmão”, explica Jocimar. Para não colocar a mucosa sob estresse, é fundamental a limpeza constante do nariz com soro fisiológico. “De manhã e à noite já é suficiente para não deixar acumular essa secreção”, orienta a especialista.

Fonte: SAÚDEPLENA

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Vida longa aos joelhos

Ninguém está imune aos males nessa articulação. Os traumas ocorrem em homens, mulheres, jovens e idosos, sedentários e atletas. Entenda quais são as melhores estratégias para poupá-los nas situações cotidianas


Como prevenir e tratar 

Os esportes repetitivos, de alto impacto e de alto contato são os que mais prejudicam os joelhos pois exigem muita força. Para fortalecer essas articulações, a natação e a bicicleta são as atividades mais indicadas, uma vez que são mais suaves.

As lesões que são mais comuns nos homens ...

A lesão no menisco costuma ser as mais comum quando o assunto é atividade física. Entenda como ela acontece:

- Os meniscos são duas estruturas cartilaginosas, que ficam dentro da articulação do joelho. São chamadas menisco medial e menisco lateral.
- Eles funcionam para amortecer e estabilizar a articulação em determinados movimentos. A lesão em geral ocorre durante um movimento rotacional abrupto da perna.
- Os sintomas são dor intensa, inchaço da articulação e pode acontecer também e sensação de bloqueio ou falseio da articulação. 
- O tratamento vai depender do tipo e da extensão da ruptura. É provável que haja necessidade de algum reparo eito de forma cirúrgica. 
- Algumas lesões são degenerativas e são achadas na ressonância. Nesses casos o tratamento é fisioterápico, pois estão relacionados com outras alterações na articulação do joelho.

... e nas mulheres

A articulação femoropatelar, também chamada de condromalácea, é uma condição que afeta mais o sexo feminino.

- A dor é na frente do joelho, piora quando a pessoa fica muito tempo sentada ou com o joelho muito flexionado, e pode ser acompanhada da sensação de joelho rígido. 
- Na maioria das vezes, decorre de um desbalanço de forças entre os músculos que estabilizam e alinham a patela na articulação do joelho, provocado por fraqueza ou falta de alongamento dos mesmos. 
- Em alguns casos, a articulação é excessivamente elástica ou tem algum problema congênito de "encaixe". Isso pode ser detectado no exame físico e com exames de imagem. 
- O tratamento, na maioria das vezes, é clínico e deverá incluir exercícios de reabilitação.
 
O diagnóstico começa na interpretação da história que o paciente conta sobre a dor e os sintomas relacionados ao quadro junto com o exame físico, que é muito importante para definir qual ou quais componentes da articulação estão envolvidos na lesão. "Quando se suspeita de patologias reumatológicas, é importante examinar não só o joelho afetado, como também as demais articulações, pois o envolvimento pode ser do corpo todo", explica Fernanda. Mas, de maneira geral, o diagnóstico é feito pelo ortopedista mediante manobras para testar a estabilidade do joelho, podendo ser auxiliado por exames de imagem como radiografias e ressonâncias magnéticas.

Embora muita gente tema as cirurgias no joelho por acreditar que elas sejam incapacitantes, Barbosa afirma que "na verdade isso é um mito, pois atualmente há diversas técnicas com excelentes resultados. A tecnologia e o avanço da ciência fizeram com que os riscos diminuíssem quase a 0%". Barbosa concorda e afirma que "o preparo físico e muscular é importantíssimo, tanto para atletas como não atletas. Alongar, caminhar, fazer teste ergométrico periodicamente e manter o peso, através de uma alimentação balanceada, são alguns dos procedimentos que devem fazer parte da rotina de todos. É a melhor forma de manter uma vida saudável e livre de lesões".

O ortopedista e reumatologista são especialistas que cuidam do aparelho locomotor. Se a lesão é traumática, a melhor indicação é procurar um ortopedista. As demais dores de joelho, que surgiram sem relação aparente com um trauma específico, podem ser investigadas por qualquer um dos dois profissionais. Vale ressaltar que, se a dor aparece em mais de uma articulação e vem acompanhada de algum outro sintoma geral como febre, fadiga ou dor muscular, há uma chance de ser uma doença reumatológica. Nesse caso, é melhor já procurar um reumatologista.