Já estamos em clima de Dia dos Pais. Parabéns a todos!!! #felizdiadospais💙
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Cuidados com as quedas na Terceira Idade
- Cerca de 30% das pessoas com mais de 65 anos caem ao menos uma vez no ano
- Em média, 50% dos idosos acima de 80 anos sofrem uma queda anualmente
- Uma em cada vinte quedas resulta em fratura ou internação
- 13% dos idosos são “caidores” recorrentes (caem mais de uma vez no ano
- Idade avançada (80 anos ou mais)
- Sexo feminino
- Histórico de quedas
- Imobilidade
- Baixa aptidão física
- Fraqueza muscular de membros inferiores
- Fraqueza do aperto de mão
- Equilíbrio reduzido
- Marcha lenta com passos curtos
- Dano cognitivo
- Doença de Parkinson
- Sedativos, hipnóticos, ansiolíticos e polifarmácia
São múltiplos os fatores de risco para quedas, alguns deles são modificáveis, principalmente os relacionados ao ambiente. Conseguir eliminar um desses fatores de risco significa reduzir a probabilidade de que ocorra uma queda.
- No quarto
- Colocar uma lâmpada e um telefone próximo à cama
- Dormir em uma cama na qual seja possível subir e descer facilmente (cerca de 55 a 65 cm de altura)
- Optar por armários com portas leves e maçanetas grandes para facilitar a abertura
- Organizar as roupas no armário em lugares que seja fácil de alcançá-las
- Não deixar roupas e objetos espalhados pelo chão do quarto
- Fazer exames oftalmológicos e físicos anualmente
- Ingerir a quantidade adequada de cálcio e vitamina D
- Expor-se ao sol diariamente por 15 minutos, antes das 10h ou depois das 16h sem protetor solar
- Praticar atividades físicas que desenvolvam agilidade, força, equilíbrio e coordenação
- Usar calçados com sola antiderrapante e manter o cadarço sempre amarrado
- Não andar pela casa apenas com meias nos pés
- Usar chinelos que fiquem firmes nos pés
- Evitar ingerir excessivamente bebidas alcoólicas
- Manter os medicamentos rotulados e guardados em um local adequado para armazenamento
Fonte: Unimed
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Confira os benefícios do pilates e aproveite para sair do sedentarismo
Diferente das demais atividades, o Pilates é composto por exercícios suaves que integram treinamentos mental e físico.
Dispostas a fazer algum tipo de exercício físico, é comum que algumas pessoas não se atraiam pelas modalidades padrões como musculação ou corrida. Uma opção distinta é o Pilates, diferente das demais atividades é composto por exercícios suaves que integram treinamentos mental e físico. São diversos os benefícios do pilates e para que esses possam ser observados rapidamente é indicado de duas a três aulas semanais. Confira as principais vantagens da prática:
1. Melhor postura
Os exercícios de Pilates fortalecem as musculaturas que mantém a coluna ereta favorecendo a melhora da postura. Os movimentos e alongamentos tornam o corpo mais consciente de como se portar, se posicionar, sentar e agir frente a diversas outras situações do dia a dia em que uma boa postura pode evitar problemas futuros.
2. Sem impacto sobre as articulações
Com exercícios de baixa intensidade e impacto, o Pilates é ideal para pessoas que estão fora de forma e não se sentem preparadas para atividades de maior amplitude ou que tem problemas nas articulações.
3. Mente sã
Os movimentos suaves contribuem para acalmar a mente e o sistema nervoso, além de reduzir a tensão de forma mais completa. A prática do pilates favorece a respiração, aliviando a ansiedade e o estresse acumulados.
4. Equilíbrio
As atividades favorecem uma melhor estabilização e condicionamento físico através do fortalecimento dos músculos, que são prejudicados pelo processo de envelhecimento. Após algumas aulas, você será capaz de se movimentar com mais conforto e facilidade.
5. Alívio das dores
Com o realinhamento da coluna e fortalecimento de músculos e articulações, a prática do pilates é capaz de reduzir consideravelmente as dores corporais, principalmente as localizadas na coluna. A melhor circulação sanguínea também favorece a redução da rigidez corporal.
Fonte: Terra
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Skinbooster
Um dos tratamentos mais queridinhos do momento é o skinbooster, uma técnica para aplicar um hidratante injetável, com ácido hialurônico, colágeno, aminoácidos, coenzimas, minerais e ácidos nucleicos, capaz de reter a água das camadas mais profundas da pele, mantendo-a sempre hidratada e protegida por um tempo mais prolongado. A nossa dermatologista @dra.pauloberadino explica que a pele ganha mais firmeza e elasticidade, a textura fica mais lisa e as rugas atenuadas. Confira alguns benefícios que a especialista citou:
🔷 O tratamento com skinbooster visa chegar onde os cremes tradicionais não chegam, um pouco mais profundo na pele, na derme, para repor a água e o ácido hialurônico perdidos com o tempo.
🔶 O tratamento é feito com seringas injetáveis, que vão injetar na derme o tratamento proposto, onde o creme diário não consegue chegar. É feito com anestesia tópica para ter um mínimo desconforto. Logo na primeira sessão você já consegue ver uma melhora intensa das rugas finas, brilho na pele, suavidade e rejuvenescimento instantâneo. É excelente para aquelas rugas finas da face que não melhoram com toxina botulínica, ruguinhas do pescoço e aquelas rugas chatas do decote. Procure o seu médico dermatologista!
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Papada ou queixo duplo tem tratamento!
Essa gordurinha da #papada te incomoda?
Saiba que existe tratamento! A nossa dermatologista @drapaula_bernardino explica que essa gordura submentoniana também conhecida como papada ou queixo duplo tem tratamento e com excelentes resultados!
O procedimento consiste na aplicação de uma substância chamada de ácido desoxicolato na região submentoniana. Essa substância é uma molécula existente naturalmente em nosso organismo derivada dos ácidos biliares e tem a ação de emulsificar a gordura no organismo. Quando injetada na região submentoniana, ocorre um processo inflamatório com a diminuição da gordura, melhora da flacidez e consequentemente do contorno facial.
Como todo tratamento invasivo, necessita de um conhecimento anatômico e deve ser realizado por um médico treinado para avaliar as indicações e contraindicações do procedimento.
terça-feira, 3 de julho de 2018
Porque será que sentimos tanta fome no inverno?
É verdade que a gente queima mais gordura no frio? Porque será que sentimos tanta fome no inverno? A nossa nutricionista clínica e esportiva @nutrimyrlamerlo explica que a forma com que o nosso corpo ganha energia parece com o motor de automóvel.
A energia química da gasolina é liberada durante a queima do combustível e o motor transforma em energia mecânica (trabalho) que movimenta o veículo. Mas cerca de 75% dessa energia que vem da queima da gasolina é perdida na forma de calor. Num motor elétrico mais de 90% dessa energia é transformada em trabalho. Nos alimentos, a energia química é liberada devagar e acontece durante a queima dos açúcares e gorduras armazenadas. No nosso organismo esse trabalho parece com o motor a gasolina: eficiência de 30%. No automóvel então, essa perda significa um gasto desnecessário a cada reabastecimento.
Mas, nos seres vivos, o corpo usa o calor que sobra para aquecer o organismo melhorando o funcionamento das células, tecidos e sistemas. A produção de calor pode ser dividida em duas categorias:
1-Termogênese obrigatória: aquele calor que o corpo produz pra nos manter vivo. Acontece se estamos dormindo ou acordado, em temperatura ambiente e com jejum de pelo menos 12h.
2-Termogênese Facultativa: aquele calor produzido com as atividades do dia a dia, esportes, tremor muscular quando sentimos frio, etc.
Agora quero que vocês lembrem do urso, que hiberna e fica meses sem alimentos ou líquidos. Ele consegue modular a termogênese obrigatória e diminui a necessidade de energia pra sobreviver. Caso raro na natureza. Mas como ele não morre de frio? Nós, animais, temos um tecido-órgão que se chama Gordura Marrom (Tecido Adiposo Marrom-TAM) que queima gordura para produzir calor e previne a hipotermia. Nos humanos ele está muito presente nos recém nascidos para manter a temperatura do corpo.
Uma série de estudos recentes mostrou que essa gordura marrom também existe nos adultos mas em uma quantidade muito menor que o Tecido Adiposo Branco (especializado em armazenar gordura). As pesquisas mostram que para cada grau centígrado abaixo de 23°C, nosso corpo gasta de 25 a 37 calorias (graças ao TAM) para manter a temperatura do nosso corpo normal (cerca de 36.5°C). Ou seja, se você passou pelo frio das últimas semanas em lugares onde a temperatura teve mínimas de 3°C, paradinho gastou 500-740kcal/dia!! Só que com o frio nosso organismo entende que temos que comer mais para manter a temperatura. Por isso a fome desesperadora. Sem contar na preguiça de fazer atividade física. Além disso, não costumamos ver a silhueta diminuir no inverno. Uma boa saída na alimentação seria optar por chás sem açúcar, sopas menos calóricas, evitar excesso de alimentos gordurosos e claro, manter a atividade física.
terça-feira, 26 de junho de 2018
Atividade física reverte risco cardíaco causado pelo sedentarismo
A ciência acaba de trazer mais um incentivo para quem quer começar um ano mais saudável e melhorar a forma física. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Circulation, pessoas de meia idade podem reduzir e até mesmo reverter o risco cardíaco causado por décadas de sedentarismo por meio da atividade física. No entanto, esse objetivo só é alcançado com um comprometimento de longo prazo: é necessário praticar exercício aeróbico de quatro a cinco vezes por semana, por cerca de dois anos.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram o coração de 53 adultos saudáveis com idade entre 45 e 64 anos que não se exercitavam regularmente. Em seguida, os participantes foram divididos em dois grupos: no primeiro, os voluntários seguiram uma rotina de exercícios aeróbicos que foi aumentando de intensidade ao longo de dois anos e, no segundo, as pessoas deveriam praticar yoga, musculação e exercícios de equilíbrio, três vezes por semana, pelo mesmo período.
Mais oxigênio e maior plasticidade
Os resultados mostraram que os participantes do grupo de exercícios aeróbicos apresentaram uma melhora de 18% na sua ingestão máxima de oxigênio durante o exercício e uma melhora de mais de 25% na “plasticidade” do músculo ventricular esquerdo do coração – ambos marcadores de um coração mais saudável. Por outro lado, esses benefícios não foram vistos nos participantes do segundo grupo.
“A chave para um coração mais saudável na meia idade é a dose certa de exercícios, no momento certo da vida. […] O resultado foi a reversão do risco cardíaco causado por décadas de um estilo de vida sedentário, para a maioria dos participantes.”, disse Benjamin Levine, principal autor do estudo e diretor do Instituto de Exercício e Medicina Ambiental.
A rotina de exercícios
A rotina seguida pelos participantes consistia em sessões de 30 minutos de exercícios, mais aquecimento e resfriamento. Nos primeiros três meses, eles praticaram apenas três sessões de exercícios moderados. Após esse período, foi incluída uma sessão de atividade aeróbica de alta intensidade (quatro minutos de atividade intensa com frequência cardíaca máxima de 95%, seguida por três minutos de recuperação com frequência cardíaca entre 60% e 75%).
Também foi recomendado pelo menos uma sessão semanal de treinamento de força e uma sessão de treinamento aeróbico longo, o que corresponde a uma hora de tênis, ciclismo, corrida, dança ou caminhada rápida.
Tão natural quanto escovar os dentes
Em entrevista à rede britânica BBC, Levine disse que a mensagem principal do estudo é que a atividade física precisa ser parte da rotina de higiene, como escovar os dentes. “Não é algo que se adiciona ao final do dia: você escova seus dentes, você muda suas roupas, come comida e bebe água. Você faz essas coisas para higiene pessoal. O exercício é igualmente importante. Você precisa encontrar maneiras de incorporá-lo em suas atividades diárias“.
Para Richard Siow, vice-reitor da faculdade de ciências da vida e medicina da King’s College London, o estudo também tem ramificações para condições relacionadas ao declínio cognitivo, como a demência, porque a função cardíaca melhorada facilita o fluxo sanguíneo para o cérebro.”As ramificações mais amplas deste estudo para o envelhecimento saudável precisam ser exploradas”, disse à BBC.
Limitações
No entanto, é válido ressaltar que esse regime de exercícios aeróbicos deve ser iniciado antes dos 65 anos, quando o coração parece manter a “plasticidade” e a capacidade de se remodelar. Após essa idade, provavelmente os resultados não serão tão promissores.
O estudo apresenta algumas limitações, como o fato de todos os voluntários estarem dispostos e aptos a participarem de uma rotina de exercícios intensos, o que não é uma realidade para a maioria da população dessa faixa etária, e não terem sido considerados outros fatores, como dieta e poluição, que podem afetar os resultados.
Fonte: Veja
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