terça-feira, 28 de março de 2017

Adoçantes nutritivos e não nutritivos

A cana de açúcar é a principal matéria prima para a maioria das opções de açúcares do mercado. A composição básica do açúcar comercial comum é a sacarose (C12H24O12), que é um dissacarídeo formado por uma molécula de glicose e outra de frutose. Além da cana de açúcar, a beterraba também pode servir de matéria prima para produção de açúcar, principalmente para países onde o clima não favorece o cultivo de cana.
  1. Açúcares obtidos através da cana de açúcar:
    1. Açúcar mascavo: Úmido e de cor amarronzada, não passa pelo processo de branqueamento, cristalização e refino. Tem sabor mais forte, assim como o melaço, semelhante ao da rapadura. Conserva o cálcio, o ferro e os sais minerais. Apresenta alto índice glicêmico (IG) e densidade calórica de 4kca/g.
    2. Demerara: passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Seus grãos são marrom-claros e devido à camada de melado que envolve seus cristais, o açúcar demerara tem valores nutricionais relativamente altos, semelhantes aos do mascavo. Apresenta alto índice glicêmico (IG) e densidade calórica de 4kca/g.
    3. Açúcar Cristal: Depois do cozimento, ele passa apenas por etapas de refinamento, as quais retiram cerca de 90% dos sais minerais. Apresenta alto índice glicêmico (IG) e densidade calórica de 4kca/g.
    4. Açúcar refinado: também conhecido como açúcar branco. Passa por refinamento e recebe aditivos químicos, que o tornam branco. Este processo retira vitaminas e sais minerais, deixando apenas as “calorias vazias” (sem nutrientes). Apresenta alto índice glicêmico (IG) e densidade calórica de 4kca/g.
    5. Açúcar de confeiteiro: Também chamado de glaçúcar. É um açúcar extra-fino, constituído da moagem do açúcar cristal. Parece um talco de bebê. Muito usado para fazer glacês e coberturas. Apresenta alto índice glicêmico (IG) e densidade calórica de 4kca/g.
    6. Açúcar Light: surge da combinação (mistura) do açúcar refinado com edulcorantes não nutritivos, como o aspartame, o ciclamato e a sacarina, os quais quadruplicam o poder de adoçar do açúcar puro, necessitando assim de menos quantidade para adoçar e consequentemente ingerindo menos calorias.
    7. Melado da cana: é uma versão liquida da rapadura. Apresenta quantidades significativas de ferro, potássio, sódio, magnésio e zinco.

  1. Açúcares produzidos de outras matérias primas:
    1. Açúcar de coco: Obtido da polpa do coco. Constituído de glicose, frutose, sacarose, fibras, potássio, magnésio, sódio e cálcio. Devido a presença de fibras, possui um baixo IG (54). Seria uma escolha mais saudável quando comparada ao outros açúcares acima.
    2. Mel: adoçante natural vindo das abelhas, fabricado a partir do néctar das flores, secreção das plantas ou excreções de insetos sugadores das partes vivas das plantas. Constituído de frutose, glicose, maltose, sacarose, enzimas minerais e água. Densidade calórica 3kcal/g. Quando maior a quantidade de frutose do mel, menor o IG. Méis que cristalizam tendem a ter mais glicose. Apresenta IG moderado (58).
    3. Agave: Produzido a partir de uma planta nativa do México é em média 1.5 vezes mais doce que o açúcar comum. Apresenta baixo IG (19).
    4. Maple Syrup. Proveniente da árvore mais famosa do Canadá, que tem menção na bandeira do país, o Maple Syrup é produzido a partir da seiva desta árvore. Todo o processo de produção é 100% natural, sem a adição de qualquer tipo de aditivo. Ainda com preço muito alto. Apresenta baixo IG (54) e densidade calórica de 3.5kcal/g.
Segundo a nutricionista Myrla Merlo, quando analisamos todas as opções de adoçantes nutritivos e não nutritivos devemos selecionar como boas opções o açúcar mascavo, demerara, melado da cana, açúcar de coco, mel, agave, maple syrup e a estévia.
Não podemos esquecer que mesmo os melhores açúcares, devem ser ingeridos moderadamente. Não vale comer uma grande quantidade de doces só porque foi feito com um adoçante de boa qualidade.

terça-feira, 21 de março de 2017

Entenda como a fisioterapia ajuda no tratamento da osteoporose



Com o processo natural de envelhecimento, ocorre uma perda acelerada de massa óssea, o que pode resultar no surgimento da osteoporose, patologia que provoca a redução da absorção de minerais e cálcio e acomete, normalmente, todos os ossos. A manifestação clínica da osteoporose é a fratura e as mais comuns são as de punho, vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur (osso da coxa). Elas acabam limitando a vida do idoso e muitas vezes trazem uma série de complicações à sua saúde. Estima-se que, aproximadamente, uma em cada três mulheres possa apresentar uma fratura óssea durante a vida.

Origem da osteoporose

Todos os tecidos do corpo devem se manter saudáveis para um bom funcionamento e com os ossos não é diferente. A manutenção da saúde óssea ocorre por meio da remodelação do osso velho em osso novo. Logo, se o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente para a remodelagem ou ainda quando muito do material dos ossos antigos acaba sendo reabsorvido pelo corpo, os ossos não se renovam como deveriam, tornam-se fracos e finos, aumentando a fragilidade e, consequentemente, o risco de fraturas.

Fatores de risco para a osteoporose

Esta é a principal causa de fraturas e quedas entre os idosos. Os principais fatores de risco do desenvolvimento da osteoporose são:
  • Sedentarismo
  • Baixo peso corporal
  • Histórico familiar de osteoporose
  • Tabagismo e alcoolismo
  • Alguns tipos de medicamentos como hormônio tireoidiano
  • Ingestão deficiente de cálcio e vitamina D
  • Doenças de base como: diabetes, doenças reumáticas, doenças renais, doenças inflamatórias intestinais, etc
  • Baixa exposição solar.

Principais sintomas da osteoporose

A doença pode surgir de forma silenciosa até manifestar sintomas de acordo com o seu avanço, podendo incluir:
  • Dores na região lombar ou cervical, em virtude das fraturas dos ossos da coluna vertebral
  • Fraturas do colo do fêmur, punho e costelas
  • Postura alterada (curvada ou cifótica) com a consequente redução de estatura ao longo do tempo
  • Sensibilidade óssea e dor relacionada ao local de fratura.
  • O tratamento para a osteoporose
É importante que a osteoporose seja diagnosticada precocemente. Cada caso deve ser avaliado de forma criteriosa e o tratamento válido deve envolver o acompanhamento de profissionais como fisioterapeuta, nutricionista e médico com o objetivo de deter a fragilidade e, quando possível, recompor a massa óssea.

O trabalho da fisioterapia no tratamento da osteoporose

Benefícios: A fim de melhorar a qualidade de vida do paciente com osteoporose, a fisioterapia oferece um trabalho de fortalecimento de músculos, que ajuda na prevenção das possíveis deformidades e fraturas ósseas, além de outras complicações; ajuda na melhora da coordenação e do equilíbrio do paciente (indispensáveis para prevenção de quedas).

Como é realizado: Durante as sessões de fisioterapia (que, dependendo do caso, podem ser realizadas na clínica especializada ou em domicílio), o profissional irá trabalhar de maneira personalizada, ou seja, adaptar cada exercício às necessidades individuais de cada paciente e aos sintomas que ele apresentar. Exercícios de alongamento, de fortalecimento muscular, de coordenação e equilíbrio, além de outros como Pilates, caminhada ou hidroginástica devem ser realizados sempre com a supervisão do fisioterapeuta e, uma vez realizado com a devida cautela, podem contribuir, significativamente, para retardar a perda da massa óssea que ocorre com a inatividade e melhorar a força e o equilíbrio do paciente com osteoporose.

Duração do tratamento: O tempo de tratamento com a fisioterapia vai depender do quadro do paciente. Na verdade, a quantidade de sessões é que podem ser reduzidas, mas é sempre importante que o paciente dê continuidade aos exercícios que o fisioterapeuta orientar, até mesmo em casa. Vale ressaltar ainda que a fisioterapia não exclui a necessidade de uma alimentação saudável e rica em cálcio e vitamina D, além de possíveis medicamentos prescritos pelo médico e exposição ao sol, se o paciente não tiver nenhuma contra indicação para isso.

Recomendações preventivas
  • Adotar uma dieta com alimentos ricos em cálcio e vitamina D
  • Praticar atividades físicas
  • Evitar o fumo e o álcool
  • Manter-se no peso ideal
  • Expor-se ao sol com maior frequência em horários convenientes.



Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 17 de março de 2017

Atividade física aumenta imunidade e ajuda a combater estresse e doenças

Para fortalecer o sistema imunológico, exercícios precisam ser realizados de maneira moderada. Atividades de alta intensidade podem ter resultado inverso no organismo



A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias de doenças causadas por vírus e bactérias cada vez mais agressivos. Apesar do exercício físico não ser vacina para nenhuma doença, com certeza, o fortalecimento do sistema imunológico sempre vai proporcionar uma resposta mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção. 

A literatura científica é repleta de artigos que relatam estudos sobre os benefícios dos exercícios para reforço do sistema imunológico, havendo uma opinião praticamente consensual de que a atividade física moderada é a forma mais adequada para este propósito.O mecanismo da melhora da defesa está associado à um efeito da atividade física regular em promover um aumento das linfócitos, células denominadas “natural killers”. A célula natural killer, linfócito atuante no sistema inato, tem como função destruir células tumorais ou infectadas por vírus. 

Outro fator que colabora para a proteção do organismo é o fato de a atividade física promover a diminuição do estresse. Como nosso corpo funciona de maneira harmoniosa, com inter-relação entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico, a redução do estresse faz com que o organismo se fortaleça e fique menos suscetível a diversas doenças. Quanto à melhor forma de atividade para fortalecer o sistema imunológico, parece não haver grande diferença entre as diversas modalidades, prevalecendo sempre o conceito do exercício moderado.

Existem também evidências de que os exercícios com pesos, desde que respeitando o conceito de adequação de carga, também podem melhorar a imunidade. O que se deve evitar são os exercícios de intensidade acima de um limite crítico, que reconhecidamente vão ter o efeito inverso, diminuindo a imunidade e aumentando a incidência de doenças por enfraquecimento imunológico.


Fonte: EU ATLETA

quarta-feira, 15 de março de 2017

Dor nos pés pode ser sinal de vários problemas; tire suas dúvidas


Mais de 70% da população mundial apresenta algum incômodo ou dor nos pés não decorrentes de trauma em alguma fase da vida


Você nunca imaginou que seu pé fosse tão importante para o seu bem-estar até que ele passou a doer? Saiba que não está sozinho. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (Abtpé), mais de 70% da população mundial apresenta algum incômodo ou dor nos pés não decorrentes de trauma em alguma fase da vida. Problemas no tendão calcâneo (conhecido como tendão de Aquiles), metatarsalgia, joanete, fascite plantar, neuroma Morton, esporão do calcâneo, entre outros, tornam o simples ato de calçar sapatos um desafio e, no limite, chegam a ser incapacitantes em função da dor que causam ao andar.


Mas como saber se é o caso de procurar um médico ou se o assunto pode ser resolvido por um podólogo? Quem responde é o ortopedista do Hospital Felício Rocho Daniel Soares Baumfield. “O podólogo pode oferecer alguns alívios para os pés, como tirar calosidades, fazer massagem, orientar a hidratação. Mas quando uma pessoa sente qualquer alteração incômoda nos pés, que não faz parte do dia a dia, é hora de procurar um médico especialista no assunto”, orienta. Problemas no tendão calcâneo, o tendão mais forte do corpo, por exemplo, podem ocasionar desequilíbrios em outras partes do pé.

Baumfield explica que o tendão calcâneo tem a função de nos ajudar a dar passadas e, por isso, é fundamental para o arranque na hora de caminhar. Por ser muito importante para a movimentação, é preciso protegê-lo, alongando a cadeia muscular posterior das pernas. É esse alongamento que permite ao tendão ganhar elasticidade para distribuir corretamente a energia de forma equilibrada entre músculos, tendão e osso. Se a pessoa não se protege, tende a desenvolver doenças como tendinopatias insercionais (dentro do osso) ou não insercionais (fora do osso). “Quando está comprometido, o tendão calcâneo acaba provocando desequilíbrios e dor em outras regiões dos pés. Ele é uma das principais causas da fascite plantar e qualquer tipo de dor na planta dos dedos”, explica o ortopedista.

A fascite plantar é uma das principais causas de dor nos pés. Sua causa também pode ser um encurtamento da cadeia superior. Isso ocorre com bastante frequência entre mulheres que usam salto alto por um tempo muito longo durante a vida. É que o salto impede a musculatura de se alongar e encurta essa musculatura pelo uso excessivo desse tipo de calçado. As consequências são dores nas plantas dos pés no momento em que a mulher sai do salto alto, trocando-o por uma rasteirinha. “A fascite é um problema intermitente e, depois que aparece, dura em torno de 10 meses. O tratamento é baseado no alongamento da musculatura posterior da perna”, observa o ortopedista.

Outras doenças comuns que acometem os pés são metatarsalgia, que pode ter origem genética ou aparecer pela sobrecarga dos dedos, causada por uma alteração no formato dos ossos dos pés, e também em função da existência de joanete, que causa uma insuficiência do grande dedo, fazendo com que ele receba menos carga do que deveria, sobrecarregando os dedos menores. “Nessas situações, aparecem calosidades plantares, dedos em garra ou a sobreposição de um dedo no outro. Quando há um joanete, o grande dedo, que deveria receber dois sextos do peso da pessoa, passa a receber apenas um sexto. O resto acaba sendo absorvido pelos quatro dedos menores, que não estão preparados para recebê-lo”, explica.

As consequências são incapacidade de usar calçados habituais, já que as calosidades são dolorosas. Também pode haver inflamações das articulações (por atrito), bursite, incapacidade de fazer a atividade esportiva habitual e, no caso das mulheres, fica impossível combinar as roupas com os mesmos sapatos que eram usados antes de surgir o problema. Mas nem só de doenças causadas por maus-tratos do tendão calcâneo vivem as dores nos pés. “No pé há outros tendões, além do calcâneo. O cardo plantar nos dá suporte. Se ele falha, aparece o pé plano. Esse tendão também deve ser cuidado durante a vida. Para isso é preciso fazer alongamento, cuidar do peso, evitar a diabetes, fazer atividade física de rotina (com alongamento). É preciso criar rotinas propícias à saúde do pé”, orienta Baumfield.

Outro problema que costuma aparecer na planta do pé é o neuroma de Morton, espessamento de um nervo localizado entre o terceiro e o quarto dedos que pode ser causado por sobrecarga local, sapatos de bico fino, ou encurtamento da musculatura da cadeia superior por sobrecarga. Estimulado em excesso, esse nervo ganha uma “proteção’ e fica mais espesso, tornando-se maior do que o espaço que lhe é reservado entre os ossos. “Toda vez que a pessoa coloca o pé no chão o nervo sobe e fica entre os ossos, sendo comprimido. Isso provoca dormência, dor e desconforto. A pessoa não consegue calçar sapatos e se lembra a todo momento de que os pés existem”, explica o ortopedista.

SOLUÇÕES 

Os tratamentos clássicos para esses problemas mais comuns que afetam os pés vão de fisioterapia, alongamentos, uso de gelo no local, ingestão de anti-inflamatórios, infiltração e, no limite, cirurgia, conforme avaliação médica e de acordo com cada problema. Mas há também uma saída via acupuntura neurofuncional. É o que afirma o médico acupunturista Hidelbrando Sábato, que atua em clínica da dor e trabalha com esse tipo de acupuntura, que leva em consideração a disfunção física que provoca o problema. Vale para os casos em que a intervenção cirúrgica não é necessária, como fascite plantar, neuroma de Morton, esporão do calcâneo ou tendinite do tendão calcâneo. “É possível procurar a disfunção em determinado grupo muscular da perna e corrigir o funcionamento inadequado com a agulha”, sustenta.

Na visão dele, se a disfunção é corrigida, a dor acaba sendo tratada. “Claro que usamos a acupuntura clássica para resolver a inflamação e levar maior fluxo de sangue para o local, mas sem a análise funcional o problema não será tratado de forma adequada porque a lesão passa a ser daquele tipo que não cura nunca. “Se não levar em consideração o conjunto dos músculos e a relação entre eles, o sucesso é menor”, justifica Sábato.


Fonte: Saúde Plena

segunda-feira, 13 de março de 2017

A glutamina

A glutamina é o aminoácido (menor parte de uma proteína) mais abundante no sangue, no plasma, nos tecidos e especialmente nos músculos. Ela é fonte de energia para algumas células, semelhante à glicose. É considerada um aminoácido condicionalmente essencial, ou seja, conseguimos sintetizá-la no nosso organismo. Mas em situações de estresse como grandes cirurgias, queimaduras extensas, inflamações, numa dieta com baixa proteína, elevação das taxas de degradação muscular (atividade física intensa) e no jejum prolongado, a glutamina pode ficar deficiente no organismo. Essa deficiência pode prejudicar os órgãos que usam esse aminoácido: como as células do sistema imunológico (defesa do nosso corpo), células do intestino, rim, fígado. A glutamina também ajuda a desintoxicar o corpo do nitrogênio e da amônia. O nitrogênio livre poderá formar amônia, que é tóxico para o corpo, principalmente para os tecidos cerebrais.

Em situações normais, conseguimos sintetizar a glutamina, sem a necessidade de ingestão suplementar. A suplementação só será necessária nos casos citados acima (estresse no organismo como atividade física intensa, grandes cirurgias, queimaduras extensas, sepse e inflamações…). As fontes alimentares da L-GLN disponíveis estão nas carnes, ovos, derivados do leite e da soja.

Diversas alternativas de suplementação com glutamina antes, durante e depois do exercício tem sido pesquisadas com relação a imunocompetência, força, rendimento e ressíntese de glicogênio em atletas. A suplementação em sedentários poderá ser feita dependendo da patologia instalada ou deficiência.

Para ter certeza se a suplementação da glutamina atingirá o órgão alvo, como por exemplo, os músculos, devemos estar atentos que ela poderá ser utilizada primeiramente pelas células do intestino que utilizará grande parte, uma vez que passará por elas primeiro.

Indicações terapêuticas do uso da L- GLN
  • Disfunções intestinais
  • Síndrome do intestino curto
  • Doença inflamatória intestinal
  • Enterite induzida por radio/ quimioterapia
  • Enterite infecciosa
  • Estados de Imunodeficiência
  • AIDS
  • Disfunção do sistema imune associada a estados críticos ou ao transplante de medula óssea
  • Situações de hipercatabolismo
  • Queimaduras/ trauma múltiplo/ cirurgias de grande porte
  • Choque séptico
  • Transplante de medula óssea
  • Outros estados críticos

Quando se fala de suplementos, temos sempre que analisar os rótulos e a confiabilidade da marca. Pesquisa do COI realizada em 634 suplementos concluiu que 14,8% (94) continham substância pré-hormonais não declaradas nos rótulos e 10,4% (66) não foram obtidos resultados conclusivos. A suplementação por via oral na forma de dipeptídeo é uma maneira eficiente de fornecimento de glutamina para o organismo, mas ainda muito cara. A utilização, contudo, de glutamina na forma livre (L-glutamina) associada à L-alanina, embora recente, também parece ter efeitos importantes, principalmente sobre a lesão muscular e os sistemas inflamatório e antioxidante corporal.

A quantidade necessária para suplementação deverá ser feito por nutricionista ou médico, visto que dependerá de qual estresse o organismo está passando, sexo, peso e profissional saberá qual a melhor via de administração (oral ou parenteral).