quinta-feira, 27 de junho de 2013

Conheça sete cuidados do treino para quem tem alergia respiratória


Use essas dicas para combater a falta de ar e as crises alérgicas

Para afastar crises de alergia respiratória, não basta seguir a prescrição de medicamentos. Os exercícios físicos fortalecem a musculatura respiratória, ajudando na expansão pulmonar, e o sistema imunológico, afastando gripes e resfriados."Além de treinar, vale ficar de olho em alguns cuidados e evitar os gatilhos mais comuns para as crises alérgicas, como a poluição e o pólen, no caso de quem treina ao ar livre, e o ar condicionado - problema comum entre os alunos de academia", afirma a alergologista Yara Arruda Mello, do Hospital e Maternidade São Luiz. Veja, a seguir, como usar os exercícios para respirar melhor.

Treine pela manhã

Logo cedo, a concentração de poluentes é menor. Isso porque o trânsito durante a madrugada é bem menos intenso e o ar está mais úmido, então as partículas tóxicas não permanecem em suspensão na atmosfera, como em dias secos. "É muito importante diminuir a exposição indesejável à poluição, principalmente para o paciente com alergias respiratórias, como asma e rinite", afirma o alergologista Marcelo Vivolo Aun, diretor da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia da regional de São Paulo (ASBAI-SP). Outra vantagem deste horário é a menor radiação ultravioleta do sol, em especial até as 10h da manhã.

Cuidado com o ar condicionado

O ar condicionado, em si, não é prejudicial a pessoas com alergia. O aparelho resseca e resfria o ar do ambiente, diminuindo a população de ácaros da poeira e fungos, que gostam de ambientes quentes e úmidos. O problema acontece quando os filtros deixam de ser limpos, acumulando as partículas que causam alergia. Mas se o ressecamento começar a incomodar suas narinas e a garganta, vale a pena deixar uma garrafinha de água por perto e se hidratar ao longo do dia.

Cloro

A natação é, em geral, muito benéfica para o paciente com alergia respiratória, mas o cloro pode causar irritação na mucosa do nariz e nos olhos - isso é raro e, normalmente só acontece quando as quantidades de uso superam a recomendação. "Nesses casos, a piscina tratada com ozônio, em vez de cloro, é uma boa opção", afirma o alergologista Marcelo Vivolo. Outro cuidado é lavar os olhos e o nariz com solução fisiológica após deixar a piscina.

Pólen

pólen é um dos principais causadores de alergias respiratórias, principalmente em países de clima temperado. No Brasil, essa relação aparece mais na região sul, onde o clima é mais frio e a diferença entre as estações do ano, maior. "Também vale optar fazer exercício pela manhã, quando as partículas estão menos dispersas pelo ar", diz Yara Arruda. Para quem mora no sul ou em regiões mais frias, vale optar por exercícios em locais fechados.

Equipamentos da academia

Todo colchão (ou colchonete), carpete, tapete, cortina, tanto de casa como da academia, acaba se tornando um grande reservatório de ácaros e poeira. "O contato próximo, principalmente em exercícios nos quais o rosto está próximo ao colchonete, pode desencadear sintomas de rinite, conjuntivite alérgica ou asma nesses pacientes", afirma Marcelo Vivolo. Uma solução é higienizar os colchonetes com álcool e certificar-se da higiene da academia

Lugar certo

Em cidades grandes, a exposição à poluição é inevitável. "Mas não deixe de fazer atividade física por causa da poluição, os benefícios do treino superam os inconvenientes", afirma Marcelo Vivolo. Para contornar o problema, prefira locais mais arborizados, antes das 8h ou após as 20h e em horários mais úmidos, quando a poluição no ar é menor. Em dias muito secos, opte por exercícios em ambientes fechados.  

Frio

Quem é alérgico sabe que os sintomas costumam aparecer ou se agravar em dias frios ou quando ocorrem mudanças bruscas de temperatura. A alergologista Yara explica que a temperatura atua no componente vasomotor do nariz, que responde com diminuição dos vasos (quando está frio) ou aumento deles se a temperatura sobe demais." Uma inflamação surge em resposta a essa alteração dos vasos e, se o nariz for previamente sensível, pode deflagrar a congestão e o gotejamento nasal." No frio, vale vestir mais casacos que o habitual nesses dias, mas o mais importante é fazer um bom aquecimento no início da atividade física e usar uma roupa adequada à temperatura, sem exageros para mais ou para menos.
Fonte: Portal Minha Vida

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Conheça os benefícios da prática de esportes para os diabéticos


Praticar uma atividade física pode ajudar a tratar e prevenir o Diabetes, sempre com orientação médica.
A prática de uma atividade física causa a queima do açúcar disponível no corpo – a glicose – como fonte de energia para os músculos. Este mecanismo necessita de um hormônio produzido pelo pâncreas chamado insulina. Quando há uma deficiência de insulina no corpo e um aumento acima do normal de glicose no sangue, ocorre o tão conhecido diabetes.
 
A prática de esportes, além de regular a quantidade de açúcar no sangue provoca a diminuição da gordura corporal e o aumento da concentração de HDL, também chamado de colesterol bom e a diminuição de LDL ou colesterol ruim. Há ainda uma queda da pressão arterial, melhora no funcionamento cardiovascular, aumento de massa muscular e maior qualidade de vida do paciente.
 
Além de todos esses benefícios, a atividade física ajuda na prevenção do diabetes, como explica o médico ortopedista Dr. Octacílio da Matta, especialista em medicina esportiva. “A atividade física adequada, associada a uma dieta elaborada vai trazer grandes benefícios à saúde e prevenir problemas muito comuns no paciente diabético como infartos, angina, problemas circulatórios e outros”.
 
Mas o médico alerta que antes de começar a se exercitar, é muito importante buscar uma orientação ortopédica e cardiológica, além de jamais começar uma atividade por conta própria. “Temos que respeitar as possíveis limitações de um diabético e designar a atividade física adequada, mas de maneira geral são indicadas atividades aeróbicas como caminhada, corrida e hidroginástica”.
 
Ainda de acordo com ele, não há contraindicações para a prática de esportes aos pacientes diabéticos. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Como lidar com o relacionamento à distância

 
Toda relação sofre mudanças mesmo que seja de pertinho, mas para quem vê uma amiga mudar de cidade, por exemplo, tudo acontece de uma só vez. Lidar com isso pode ser difícil, mas a distância física não significa necessariamente o fim de uma relação. A psicóloga Cecília Cruvinel explica como enfrentar essa reviravolta de uma maneira mais tranquila.
 
Algo em comum
Toda mudança costuma ser complicada, ainda mais quando alguém querido vai para longe. Os encontros antes frequentes, o dia-a-dia… tudo muda. Mas isso pode ser contornado se novas afinidades que não precisem da proximidade física forem encontradas, além disso, “é importante ter consigo que o fato de que alguém querido esteja longe não significa que ele estará para sempre longe. São os bons momentos de encontro que são encarregados de suprir a falta da pessoa amada, ou seja, as lembranças” declara a psicóloga. 
Tecnologia
“As tecnologias existentes hoje, operadoras de telefonia com pequenas tarifas, vídeo chamadas, chats na internet com áudio e vídeo e até mesmo redes sociais podem ser grandes aliados para matar a saudade” diz Cecília, ou seja, abuse da internet. Mas não vale ficar só nisso: “(as tecnologias) não podem e nem vão substituir o encontro real” avisa. Portando, sempre que der marque alguma coisa para que as coisas em comum citadas no tópico acima não fiquem para trás.
Ela mudou
“Geralmente quem parte para algo novo vai viver experiências, pelo menos inicialmente, muito diferentes da pessoa que fica” explica a psicóloga, ou seja, é supernormal que o monte de novidades que sua amiga está vivendo façam as coisas ainda mais diferentes. Por isso, “é importante que quem fique consiga partilhar desses momentos ainda que não esteja incluído neles”.
Fonte: Entrevista da psicóloga da clínica Da Matta Fisio Cecília Cruvinel, para o site Astral Love.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Reabilitação funcional

 
O fisioterapeuta da clínica Da Matta Fisio Mateus Scarano, participou no último mês do programa Revista BHNews e tirou todas as dúvidas dos telespectadores sobre Reabilitação Funcional, confira!
 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

10 mitos e verdades sobre comer à noite

Nutricionistas desvendam as principais dúvidas sobre as refeições noturnas
Comer à noite: pode ou não pode? Essa é uma grande dúvida das mulheres que estão sempre preocupadas com a boa forma. Para acabar com as interrogações, o Papo Feminino conversou com as nutricionistas Mariana Ribeiro e Myrla Merlo, e esclareceu os 10 mitos e verdades mais comuns em relação ao assunto!
1 – Não pode comer nada sólido depois das 18h.
Mito. Algumas pessoas adotam esse tipo de restrição em dietas de emagrecimento. O que vale a pena é fazer refeições mais leves no período noturno, independente da consistência. Muitas pessoas fazem exercícios à noite. Dá para imaginar não incluir nada sólido em sua refeição após uma sessão de atividades físicas variadas? Comer uma refeição equilibrada, com todos os grupos alimentares, leve e que seja digerida antes de deitar para dormir, é o ideal. O que interessa é a composição e valor calórico deste alimento.
 – Os carboidratos são proibidos à noite?
Mito. Devemos ingerir carboidratos em nossas refeições principais (desjejum, almoço e jantar), junto com os demais grupos alimentares. O ideal é escolher fontes de carboidratos de baixo índice glicêmico, ou seja, aqueles que são ricos em fibras, induzem maior saciedade e são nutricionalmente mais interessantes. Pense em incluir verduras, legumes, cereais integrais e frutas também.
O importante é sabermos o tipo de carboidrato. Os chamados carboidratos complexos, que apresentam normalmente grande quantidade de fibra em sua composição, são as melhores opções. Deve-se ficar atento não só aos carboidratos, mas também na quantidade de gorduras e proteínas. A refeição noturna pode conter todos os macronutrientes, mas em pequena quantidade, uma vez que a demanda energética nesse horário é baixa.
3 – Comer à noite engorda?
Mito. Comer à noite não engorda.  O que faz você ganhar peso é a ingestão alimentar em excesso de refeições volumosas, ricas em gordura, carboidratos e muito calóricas. O que importa é a composição e a quantidade de cada nutriente que será ingerido neste horário.
4 – Fazer exercícios à noite atrapalha na digestão?
Mito. Não há problema algum em se exercitar e jantar ou lanchar depois. A digestão pode ser prejudicada se essa ordem for invertida, ou seja, fazer uma refeição pesada e se exercitar logo após.
Durante a digestão, há uma necessidade aguçada de sangue na região do sistema digestório e, durante a atividade física, os músculos precisam deste sangue!
5 – Tomar leite à noite ajuda a melhorar o sono?
Verdade. Um copo de leite morno antes de dormir pode induzir uma sensação de relaxamento importante para uma boa noite de sono. O leite é rico em triptofano, precursor da serotonina, neurotransmissor que atua na regulação do sono.
6 – Não podemos dormir sentindo fome?
Verdade. Dormir com fome nunca é a melhor estratégia. Uma refeição leve é importante para manter controlados os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse e da insulina, prejudicando o sono e desequilibrando a alimentação no outro dia.
7 – O ideal é fazer a última refeição quatro horas antes de dormir?
Verdade, em partes. A última refeição deve ser feita em um tempo suficiente para que tenha ocorrido a digestão. Por isso é indicado que se faça a ingestão de alimentos leves em média duas horas antes de dormir.
8 – Dormir de barriga cheia atrapalha o sono?
Verdade. É fundamental evitar refeições pesadas à noite, principalmente pouco tempo antes de dormir. A digestão de alimentos muito gordurosos e com muita proteína é mais lenta. Comer moderadamente uma refeição de qualidade, que seja digerida antes de deitar, ajudar qualquer pessoa a ter uma noite de sono mais tranquila.
9 – Queijo branco ajuda a tirar o apetite noturno?
Verdade. Não só o queijo branco, mas alimentos ricos em proteína magra ajudam a equilibrar a saciedade.
10 – Chás ajudam na digestão noturna?
Nem todos os chás. Alguns tipos de chás ajudam na digestão como os de camomila, boldo, gengibre, limão taiti, sálvia e menta, que são muito usados com esse objetivo. Os ricos em cafeína podem interferir no sono.
Fonte - entrevista para o Portal Papo Feminino.